<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6794313998460696407</id><updated>2012-02-16T18:29:46.934-08:00</updated><title type='text'>G Vermes</title><subtitle type='html'>Os vermes em minha mente ardem corroendo saídas. Eu estive lá. Entre-fui ratos e víboras peçonhentas. Entre-sou rato. Mas entre-sou Serpente.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://gvermes.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6794313998460696407/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gvermes.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>G Vermes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13545439394955435858</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/--YOi6i7c7mQ/TW5rNHaNaAI/AAAAAAAAAG0/59W_z5-0OC4/s220/imagemgui3.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>32</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6794313998460696407.post-6113837123704923239</id><published>2012-02-16T18:20:00.008-08:00</published><updated>2012-02-16T18:29:46.940-08:00</updated><title type='text'>Sobre premissas erradas</title><content type='html'>Meu planeta, meu país, meus filhos, meus amigos, meus pais&lt;br /&gt;Minha vida, minha mulher, namorada, marido, meu trabalho&lt;br /&gt;Meu lixo, minha casa, meus animais, minha saúde, minha arte&lt;br /&gt;Minha morte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mas os vermes corrigem&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6794313998460696407-6113837123704923239?l=gvermes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gvermes.blogspot.com/feeds/6113837123704923239/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gvermes.blogspot.com/2012/02/sobre-premissas-erradas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6794313998460696407/posts/default/6113837123704923239'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6794313998460696407/posts/default/6113837123704923239'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gvermes.blogspot.com/2012/02/sobre-premissas-erradas.html' title='Sobre premissas erradas'/><author><name>G Vermes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13545439394955435858</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/--YOi6i7c7mQ/TW5rNHaNaAI/AAAAAAAAAG0/59W_z5-0OC4/s220/imagemgui3.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6794313998460696407.post-2333364619682712378</id><published>2012-02-05T00:50:00.001-08:00</published><updated>2012-02-07T15:32:12.085-08:00</updated><title type='text'>Coisas que aprendi por aí.</title><content type='html'>Não posso deixar de lembrar do começo. Um vivente angustiado, deslumbrado com os acontecimentos, pelo menos naquela época. Hoje nos entusiasmamos do mesmo, amigo, mas deslumbrar-se é turvar a vista por demasiada luz. Uma das coisas que aprendi foi dos chineses, a muita luz é também como a escuridão, nos faz cegar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas este parceiro me disse uma vez sobre nosso nascer conteporaneo. Quando somos cuspidos da casa do ventre, ainda temos liquidos engasgados e é preciso cuspi-lo para que possamos viver - se assim quisermos -. Mas há um política! Há uma policia! Não podemos morrer, a taxa de natalidade parece ser algo importante na ordem moral, e lá vão os insensiveis que se chamam de humanos - como se isto fosse mais que um trauma - a enfiar na garganta do entre (assim chamo os bebês) um instrumento de metal para que retire sua primeira intenção à vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois aí está! Nossa primeira castração. Perdemos a força inicial de escolher se realmente queremos sair do ventre. E muita gente não quer! E muita gente busca toda a vida para retornar ao ventre e portanto sem ter nascido de fato. E são feitos assim muitos dos casamentos, os namoros, as amizades e os suicidios (aqueles que são noticiados). Todos para o retorno desamparado do qual fomos expulsos. Não me surpreendem as histórias biblícas em fantasiar este movimento, o subjetivo é feito de &lt;a href="http://www.priberam.pt/DLPO/default.aspx?pal=f%C3%A1bulas"&gt;fábulas&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra coisa que aprendi por aí é o esvaziamento de questões realmente significativas ao ser humano. Sobre "ser ou não ser" veja o posto abaixo. E hoje aprendi de um amigo que ficou até mais tarde sobre a frase "só sei que nada sei". Pois porque esta frase é destituida de sentido no hoje? Porque apenas a analisamos como fato histórico, porque diabos (me perdoe diabo) não nos reflete no corpo! Lembro que quando jovem, tinha um grande amigo que se achava grande em tudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dia lhe digo "cara, tu pilota muito bem". Afinal ele era realmente bom, andava de kart desde a infância e quando me chamava para sair, sabia que iriamos para todos os lugares e continuariamos dentro do carro. Nunca vi alguém gostar tanto do coche. Mas lembro perfeitamente ele me dizer "cara, eu não sou bom mesmo, falta muito". Pois veja, naquilo em que era bom, era humilde. E porque será? Lembro da carta do Hélio, o vagabundo, para o Amyr Klink (no livro paratii) a dizer que se achava dono do mar quando jovem e que agora sabia: Quanto mais se conhece o mar, menos se sabe dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aprendi também por aí ao ver um amigo ao qual cresci muito com sua companhia dizer que na primeira cama com sua namorada a beijou e ela evadiu, fez massagem e ela não relaxou, fez oral, tentou o dedo, tentou um consolo até que emitiu o decreto: "desisto! já fiz tudo que podia". E me disse como se nela estivesse o problema. Lembro que pensei: pois é, mas uma mulher não se resolve fácil, uma mulher é muito mais do que abrir suas pernas - isto todos nós fazemos -, uma mulher precisa saber que estamos ali. E no estar, no ser, no afirmar a existência nunca se chegaria ao ponto de que fez tudo que podia, pois não há limite para o corpo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E não há fim para o que nasceu infinito.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6794313998460696407-2333364619682712378?l=gvermes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gvermes.blogspot.com/feeds/2333364619682712378/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gvermes.blogspot.com/2012/02/coisas-que-aprendi-por-ai.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6794313998460696407/posts/default/2333364619682712378'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6794313998460696407/posts/default/2333364619682712378'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gvermes.blogspot.com/2012/02/coisas-que-aprendi-por-ai.html' title='Coisas que aprendi por aí.'/><author><name>G Vermes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13545439394955435858</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/--YOi6i7c7mQ/TW5rNHaNaAI/AAAAAAAAAG0/59W_z5-0OC4/s220/imagemgui3.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6794313998460696407.post-4928930376738128034</id><published>2012-01-18T16:12:00.001-08:00</published><updated>2012-01-18T16:21:07.204-08:00</updated><title type='text'>Momentos</title><content type='html'>Não existem momentos marcantes&lt;br /&gt;Na dobra sem Tempo do Tempo não há marcas&lt;br /&gt;Mas vivemos por marcas&lt;br /&gt;E morremos por elas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se não temos marcas não somos humanos&lt;br /&gt;Se somos humanos somos traumas no Tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eis a questão&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6794313998460696407-4928930376738128034?l=gvermes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gvermes.blogspot.com/feeds/4928930376738128034/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gvermes.blogspot.com/2012/01/momentos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6794313998460696407/posts/default/4928930376738128034'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6794313998460696407/posts/default/4928930376738128034'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gvermes.blogspot.com/2012/01/momentos.html' title='Momentos'/><author><name>G Vermes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13545439394955435858</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/--YOi6i7c7mQ/TW5rNHaNaAI/AAAAAAAAAG0/59W_z5-0OC4/s220/imagemgui3.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6794313998460696407.post-8296298059809686061</id><published>2012-01-14T13:09:00.000-08:00</published><updated>2012-01-15T13:48:32.036-08:00</updated><title type='text'>Dias de réveillon (como tu morreu?)</title><content type='html'>&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-46705dfe691dc437" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" 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/&gt;&lt;br /&gt;Vai dizer que a perda do cabelo foi por causa do labor?&lt;br /&gt;Ou dizer que toda louça que limpou nem era pra você?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diga meu amigo..&lt;br /&gt;Como tu morreu?&lt;br /&gt;Diga meu amigo..&lt;br /&gt;Como tu morreu?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6794313998460696407-8296298059809686061?l=gvermes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gvermes.blogspot.com/feeds/8296298059809686061/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gvermes.blogspot.com/2012/01/dias-de-reveillon-como-tu-morreu_14.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6794313998460696407/posts/default/8296298059809686061'/><link rel='self' type='application/atom+xml' 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href="http://1.bp.blogspot.com/-Kp1_2fhU1lA/Tp9kdYBiRQI/AAAAAAAAAHw/uJ_enjmbYp8/s1600/cancer.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 350px; height: 350px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-Kp1_2fhU1lA/Tp9kdYBiRQI/AAAAAAAAAHw/uJ_enjmbYp8/s400/cancer.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5665357312083248386" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Fiz questão de lamber uma poça de lama&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando perdi o nojo de estar vivo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6794313998460696407-7478208570341626957?l=gvermes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gvermes.blogspot.com/feeds/7478208570341626957/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' 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Cuspimos naquilo que tem como asco a própria saliva e saímos do laço. Não importa se temos amarras, se somos amarras ou se temos partido. Pois desta vez não devemos o lar; nós queremos o túmulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois é assim com quem se morre. Dificil é escolher viver depois de morto e há quem tenta se matar. Eu entendo a frustração, a decepção e a raiva de estar sendo enganado mas não dá pra cair no abismo traumatizado ou com esperanças de um sonho melhor. Não é assim para quem quer morrer. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um paradoxo não é para quedas de doutrina declarada, o paradoxo é um ideal. Sei que não tem abraço mais terno do que o abraço da morte. E não tem vida mais tenra do que a vida de um homem. Somos facilmente partidos. Mas para se estar confortável com o abismo é preciso escolher partejar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Partimos mesmo antes de estarmos mortos, é bom lembrar. Aposto que aquela mulher, aquele trabalho, aquele par te fez perecer. Mas nossa vida é tão traumática que não queremos nascer de novo. E se acreditamos em outra vida (póstuma ou passada) é também para não aceitarmos morrer por aqui. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abaixo da terra os mortos brotam flores; &lt;br /&gt;mas ainda não te vi florescer.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6794313998460696407-5133289982886662252?l=gvermes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gvermes.blogspot.com/feeds/5133289982886662252/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gvermes.blogspot.com/2011/08/o-tenro-e-o-terno.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6794313998460696407/posts/default/5133289982886662252'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6794313998460696407/posts/default/5133289982886662252'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gvermes.blogspot.com/2011/08/o-tenro-e-o-terno.html' title='O tenro e o terno.'/><author><name>G Vermes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13545439394955435858</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/--YOi6i7c7mQ/TW5rNHaNaAI/AAAAAAAAAG0/59W_z5-0OC4/s220/imagemgui3.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6794313998460696407.post-2684075481076086260</id><published>2011-08-23T20:54:00.001-07:00</published><updated>2011-08-23T21:08:52.736-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-bB2vRkxdQeQ/TlR5SzEvIhI/AAAAAAAAAHo/nhAY67rkfhU/s1600/ter%2Bou%2Bn%25C3%25A3o%2Bter.JPG"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 300px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-bB2vRkxdQeQ/TlR5SzEvIhI/AAAAAAAAAHo/nhAY67rkfhU/s400/ter%2Bou%2Bn%25C3%25A3o%2Bter.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5644269596856754706" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6794313998460696407-2684075481076086260?l=gvermes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gvermes.blogspot.com/feeds/2684075481076086260/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gvermes.blogspot.com/2011/08/ter-ou-nao-ter.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6794313998460696407/posts/default/2684075481076086260'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6794313998460696407/posts/default/2684075481076086260'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gvermes.blogspot.com/2011/08/ter-ou-nao-ter.html' title=''/><author><name>G Vermes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13545439394955435858</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/--YOi6i7c7mQ/TW5rNHaNaAI/AAAAAAAAAG0/59W_z5-0OC4/s220/imagemgui3.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-bB2vRkxdQeQ/TlR5SzEvIhI/AAAAAAAAAHo/nhAY67rkfhU/s72-c/ter%2Bou%2Bn%25C3%25A3o%2Bter.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6794313998460696407.post-7986957705943534829</id><published>2011-07-19T16:18:00.000-07:00</published><updated>2011-07-21T15:00:30.988-07:00</updated><title type='text'>Contos do tredo</title><content type='html'>Conto 4: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela nasce no momento que entra por aquela sala. Seu corpo vira braços e se ela pudesse os acolheria no útero. Tem a voracidade de um buraco negro ao engolir o trabalho. Passa pela miséria como quem passa por um jardim. Poda as flores para lhes dizer que vivam. Naquela casa nunca soube o que é medo até sair da sala. Suas raízes estão no olho cego do jardineiro. O vil metal torce os braços para que se reduzam em adequação. Tudo vira desculpa para resignação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas na selva, ninguém ama os bonsais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conto 5: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naquela noite ambos tinham se divertido, conhecido pessoas e secretamente as desejado, esvaziando um pouco o peso de história que tinham. Na cama, depois do sexo, ela encantada com o vazio cabal em si, espontâneamente diz:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Eu não espero que dure &lt;br /&gt;- O que?&lt;br /&gt;- Aconteceu de pensar assim&lt;br /&gt;- Tu quer ficar sozinha?&lt;br /&gt;- Não, eu vejo encontros contigo em mim&lt;br /&gt;- Pois eu também&lt;br /&gt;- Até onde nos imaginamos juntos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela calou por um minuto e depois o abraçou. Enroscou o pau por dentro de sua virilha e ficaram ali até pegarem no sono. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabia que ainda precisavam um do outro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6794313998460696407-7986957705943534829?l=gvermes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gvermes.blogspot.com/feeds/7986957705943534829/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gvermes.blogspot.com/2011/07/contos-do-tredo.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6794313998460696407/posts/default/7986957705943534829'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6794313998460696407/posts/default/7986957705943534829'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gvermes.blogspot.com/2011/07/contos-do-tredo.html' title='Contos do tredo'/><author><name>G Vermes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13545439394955435858</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/--YOi6i7c7mQ/TW5rNHaNaAI/AAAAAAAAAG0/59W_z5-0OC4/s220/imagemgui3.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6794313998460696407.post-4755744818877626433</id><published>2011-04-18T12:48:00.000-07:00</published><updated>2012-02-12T18:21:27.297-08:00</updated><title type='text'>A bebida é a melhor amiga do homem; é a morte engarrafada.</title><content type='html'>Eu não pude deixar de reparar que aquela puta ficou tímida. Pediu uma bebida para ajudar a relaxar e depois já estava correndo nua em volta da piscina. Ela cobrava 250 reais mas estava ali de corpo presente. Não parecia que ela pensasse em seu filho em casa, ou no marido que a espancou, o pai, o tio, e depois o padrasto. Ela estava mesmo se divertindo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao roçar minha barba nela eu soube que ia me apaixonar, e não podia mais dividi-la aquela altura. O seu corpo era trabalhador, pesado e magoado como se fosse apalpado por  mil mãos ferozes - como a de um pai a corrigir os desvios no caminho do  filho - Isto não sai. Mas tinha algo de ingênuo a vê-la saltitar. Pelada e com os cabelos no ar, não era a cena que me chamava, mas o que flutua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sei que em algum lugar daquela escuridão eu a encontraria em um pedaço intocável de pureza e virgindade, como Macário a execrar poesia. Eu queria lhe dizer "Você é absolutamente linda e eu te amo." Mas aprendi (por não estar pronto) de que não podemos desmerecer a força da passagem. Se eu assim o fizesse, seria criar ponte ao que é verso e desmantelar a colina que domina a praça de sua alegria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isto eu tive de ir embora. Pois estás bem a aceitar a escuridão, e eu não, a aceitar a tua. Nosso encontro faria merecer a eterna companheira que me acompanha e te tirar a felicidade vívida de tua nudez. Então viva! corra e salte, pois tu és da vida mulher! E deixe que a morte proteja a timidez, como melhor amiga, no embriagar de uma garrafa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6794313998460696407-4755744818877626433?l=gvermes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gvermes.blogspot.com/feeds/4755744818877626433/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gvermes.blogspot.com/2011/04/bebida-e-melhor-amiga-do-homem-e-morte.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6794313998460696407/posts/default/4755744818877626433'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6794313998460696407/posts/default/4755744818877626433'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gvermes.blogspot.com/2011/04/bebida-e-melhor-amiga-do-homem-e-morte.html' title='A bebida é a melhor amiga do homem; é a morte engarrafada.'/><author><name>G Vermes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13545439394955435858</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/--YOi6i7c7mQ/TW5rNHaNaAI/AAAAAAAAAG0/59W_z5-0OC4/s220/imagemgui3.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6794313998460696407.post-6696010073655158557</id><published>2011-04-02T18:05:00.001-07:00</published><updated>2012-01-14T13:22:33.062-08:00</updated><title type='text'>Afro Samba Sombra</title><content type='html'>&lt;iframe title="YouTube video player" src="http://www.youtube.com/embed/HWy5oIARSdo" allowfullscreen="" frameborder="0" height="349" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela mesmo que passou&lt;br /&gt;Por tantos homen e você&lt;br /&gt;Diz agora que é amor&lt;br /&gt;Vem pensar eu quero ver&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No corpo que se esfregou&lt;br /&gt;De maneiras tão banais&lt;br /&gt;Sem nem ter um coração&lt;br /&gt;Só pra ter um gozo a mais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vem pensar que eu quero ver&lt;br /&gt;Vem vensar eu quero ver&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela mesmo que passou&lt;br /&gt;Por tantos homens e você&lt;br /&gt;Sente agora que é amor&lt;br /&gt;Só que antes foi o quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Provação ou sacanagem&lt;br /&gt;Alegria ou malandragem&lt;br /&gt;Vai dizer que foi prazer&lt;br /&gt;Só que antes foi o quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vem pensar que eu quero ver&lt;br /&gt;Vem pensar eu quero ver&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Zanzê, Zanzê&lt;br /&gt;Zanzê pra ver a dor&lt;br /&gt;Zanzê, Zanzê&lt;br /&gt;Pra te virar&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6794313998460696407-6696010073655158557?l=gvermes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gvermes.blogspot.com/feeds/6696010073655158557/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gvermes.blogspot.com/2011/04/afro-samba-sombra.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6794313998460696407/posts/default/6696010073655158557'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6794313998460696407/posts/default/6696010073655158557'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gvermes.blogspot.com/2011/04/afro-samba-sombra.html' title='Afro Samba Sombra'/><author><name>G Vermes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13545439394955435858</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/--YOi6i7c7mQ/TW5rNHaNaAI/AAAAAAAAAG0/59W_z5-0OC4/s220/imagemgui3.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/HWy5oIARSdo/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6794313998460696407.post-4364284720508249450</id><published>2011-02-27T14:48:00.000-08:00</published><updated>2011-02-27T14:51:42.301-08:00</updated><title type='text'>Biruta Roda Mundo</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-_icUtHq-ybs/TWrU4hqvhVI/AAAAAAAAAGo/bKurflqxgr8/s1600/167517_496695640185_621590185_6341408_860085_n.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 200px; height: 134px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-_icUtHq-ybs/TWrU4hqvhVI/AAAAAAAAAGo/bKurflqxgr8/s200/167517_496695640185_621590185_6341408_860085_n.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5578505156027188562" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6794313998460696407-4364284720508249450?l=gvermes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gvermes.blogspot.com/feeds/4364284720508249450/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gvermes.blogspot.com/2011/02/birtura-roda-mundo.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6794313998460696407/posts/default/4364284720508249450'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6794313998460696407/posts/default/4364284720508249450'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gvermes.blogspot.com/2011/02/birtura-roda-mundo.html' title='Biruta Roda Mundo'/><author><name>G Vermes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13545439394955435858</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/--YOi6i7c7mQ/TW5rNHaNaAI/AAAAAAAAAG0/59W_z5-0OC4/s220/imagemgui3.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-_icUtHq-ybs/TWrU4hqvhVI/AAAAAAAAAGo/bKurflqxgr8/s72-c/167517_496695640185_621590185_6341408_860085_n.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6794313998460696407.post-202007628848637854</id><published>2011-01-18T19:06:00.000-08:00</published><updated>2011-08-19T19:03:34.223-07:00</updated><title type='text'>Ladainha</title><content type='html'>&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; FLOAT: left; HEIGHT: 202px" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5563748295229903570" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_fPC9ilcK2lM/TTZnmLTdEtI/AAAAAAAAAGU/ws7KNMlzxmU/s200/DSC09150_RGB_lq.jpg" /&gt;Eu imagino a cena: uma pessoa a quem não sei mais o nome abre o sorriso ao me ver, ela realmente está contente e aparentemente lembra de todos os nossos encontros. Eu sorrio de volta, por simpatia é claro. Tiro do bolso as respostas ensaiadas à cortesia, sei bem o que virá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Há quanto tempo? Como você está?" É o que todos dizem mas não meus amigos, eu não estou bem. Eu passei bastante tempo sofrendo enquanto ouvia os ruídos. Vocês me dão trabalho! Tem sempre muitas coisas em ti, como a sarna epidémica no gado. Não somos livres juntos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu realmente não estou bem. E se não lembro teu nome é porque me passou em branco tua presença, ao mesmo tempo que o registro da minha história em tua boca me coloca como momento na tua contagem regressiva da vida. E tudo em ti é regressão, deve ser por isto que tu distancia o tempo da tua história e por isto que te interessa no estar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas eu não me importo em te fazer entender, pois não estou bem. Não somos amigos. Não acredito nessa enumeração enfadonha, nesta oração à virgem para interceder por ti, neste teu profile esclarecedor. Eu aprendi uma coisa, a razão tem sempre razão. E da tua boca não sai nada que não seja a verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então que me chamem de louco quando não lhes venço por razão e acredito sozinho na tua miséria e em minha inocência. Acredito em mim pois sofri muito para isso. Te falo com a voz da dor; e não usei de dor para fazer razão. Então vai pedir o caralho para a virgem seu bosta. Porque só mesmo um bom palavrão, pra maldizer qualquer razão e animar o meu penar dia.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6794313998460696407-202007628848637854?l=gvermes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gvermes.blogspot.com/feeds/202007628848637854/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gvermes.blogspot.com/2011/01/ladainha.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6794313998460696407/posts/default/202007628848637854'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6794313998460696407/posts/default/202007628848637854'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gvermes.blogspot.com/2011/01/ladainha.html' title='Ladainha'/><author><name>G Vermes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13545439394955435858</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/--YOi6i7c7mQ/TW5rNHaNaAI/AAAAAAAAAG0/59W_z5-0OC4/s220/imagemgui3.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_fPC9ilcK2lM/TTZnmLTdEtI/AAAAAAAAAGU/ws7KNMlzxmU/s72-c/DSC09150_RGB_lq.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6794313998460696407.post-354440532900328552</id><published>2011-01-07T05:13:00.000-08:00</published><updated>2011-02-04T05:26:53.175-08:00</updated><title type='text'>Contos do tredo</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Conto 1:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os amassos tediosos no banco de trás do carro revelam uma paisagem nula. Sobre aquela lua e as estrelas se esconde um universo em desamparo. O pau levanta e desce, assim como o violino a ser regido pelo maestro tensor entre fetiche e ansiedade. Mas ali não há sinfonia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ali todo o som é mesmo monótono.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Conto 2:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naquele pico há duas mulheres e a mesma, uma pequena e uma velha. A pequena é dedicada e serve ao caso pensado. A velha quer ser também o tredo. As costas crustas pesam o exato formato nos lençois e ela volta a dormir (como o morto a encaixar-se na fita pericial). Pensa antes em paz do que em sexo. Quer flores no enterro, mas não as espera em vida. Alimenta sapos na barriga. Transforma culpa em juízo, não quer amor mas quer abrigo. Sente-se melhor com espelhos novos, pois lhe mostram feia os antigos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Conto 3:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todas as noites ele sonha. É criança, tem medo, está quase sempre pelado e a voz ecoa. Ao despertar não os lembra e logo trata de recompor o corpo. Aquela linha entre ele e o outro lado é transformada em face e ele gosta disto. Entoa para não lembrar o menino do sonho que não oferece sentido e nem sorriso - pois lá só há abismo. Mas ele sai a ler as respostas e recados de computador em sua pagina oficial. Sente-se atraente por vez e alimenta o sorriso de seu ópio matinal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aquele menino andava nu no sonho&lt;br /&gt;mas este está sempre vestido&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6794313998460696407-354440532900328552?l=gvermes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gvermes.blogspot.com/feeds/354440532900328552/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gvermes.blogspot.com/2011/01/contos-do-tredo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6794313998460696407/posts/default/354440532900328552'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6794313998460696407/posts/default/354440532900328552'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gvermes.blogspot.com/2011/01/contos-do-tredo.html' title='Contos do tredo'/><author><name>G Vermes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13545439394955435858</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/--YOi6i7c7mQ/TW5rNHaNaAI/AAAAAAAAAG0/59W_z5-0OC4/s220/imagemgui3.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6794313998460696407.post-8231058314044417745</id><published>2010-11-30T08:31:00.000-08:00</published><updated>2011-09-06T19:46:37.149-07:00</updated><title type='text'>As misérias da forma</title><content type='html'>Aquele homem na igreja disse que o batismo é afirmação de deus e que bebês não podem confirmar sua fé. Disse que os bebês não escolhem a crença, posto não ter livre arbítrio; Pois só fazem os que andam em pé?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na igreja é mesmo assim, o homem ereto é a coqueluche de deus. Como se o céu não pertencesse aos pássaros... E como se o húmus do humano não pertencesse aos vermes, as cobras, as centopéias e a toda família rastejante que insiste em nos integrar de volta ao pó errante da terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De onde nascemos a forma do homem não é a forma de deus e não há arbítrio que seja livre! A faculdade da vontade é a clausura do fora, este é o lugar que pertencemos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas graças a deus temos os bebês; recém saídos do útero da mola, quentes daquilo que ao corpo se perde sai o bebê - e chora. Ainda sem forma e integrado ao rompimento:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os bebês são onde nos sentimos seguros; e em perigo ao mesmo tempo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6794313998460696407-8231058314044417745?l=gvermes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gvermes.blogspot.com/feeds/8231058314044417745/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gvermes.blogspot.com/2010/11/as-miserias-da-forma.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6794313998460696407/posts/default/8231058314044417745'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6794313998460696407/posts/default/8231058314044417745'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gvermes.blogspot.com/2010/11/as-miserias-da-forma.html' title='As misérias da forma'/><author><name>G Vermes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13545439394955435858</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/--YOi6i7c7mQ/TW5rNHaNaAI/AAAAAAAAAG0/59W_z5-0OC4/s220/imagemgui3.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6794313998460696407.post-355551938193988225</id><published>2010-10-14T14:08:00.001-07:00</published><updated>2010-12-03T07:00:40.481-08:00</updated><title type='text'>O menino que espiava pra dentro</title><content type='html'>Hoje-sempre pensei que minha desconfiança com a boa vontade alheia tinha a ver com minha história de vida. Já não carrego a mágoa da cronologia mas no meu sempre presente de hoje lembro tudo na ferida viva do corpo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde pequeno fui mesmo assim, estranho. Um olhar torto sobre linhas pensava em preto-e também-branco. Era único, no meio de i(r)mãs. É engraçado pensar mas sempre fui mesmo o sexo frágil, na quadrilha de femêas eu tinha muitos apelidos. Eu era a bixa. Eu era o padreco e também o aderido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E piorou no adolescer. Adolescer, pra quem não sabe, é crescer em forças... mas é muito mais que isso. É legal não ter forma, como os pés grandões ou o pescoço largo de um corpo esquisito que é do adolescente. Mas os já formados dão risada. Qualquer pedaço diferente é caçoado. E os escolhidos a se sentirem fora, vão perdendo tudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois disto, o turbilhão: Retruco ao mundo, longas trilhas ao abismo, assassinatos de atores do real e por fim, consolação. Em uma vida. Sem precisar de reencarnação, deus ou prática iluminada. Em uma vida. De novo perdia tudo, mas desta vez com a potência do vazio. Mesmo assim, muito me machuquei e fui avacalhado por aqueles que perdoo. Sei que de algumas pessoas a ofensa deve ser lida como um elogio, mas não há retorno!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda vejo o velho deus sendo rechaçado na sinaleira pelo egocentrado que tenta parar a brisa do fora. Ainda vejo uma mãe como fiél inimiga a desejar o filho em fracasso para não enfrentar a própria solidão. E ainda vejo as propostas de abundância por uma boca pequena que sequer pode rasgar o olho do potro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo isto ainda vejo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o desvio de um olho torto.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6794313998460696407-355551938193988225?l=gvermes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gvermes.blogspot.com/feeds/355551938193988225/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gvermes.blogspot.com/2010/10/o-menino-que-espiava-pra-dentro.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6794313998460696407/posts/default/355551938193988225'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6794313998460696407/posts/default/355551938193988225'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gvermes.blogspot.com/2010/10/o-menino-que-espiava-pra-dentro.html' title='O menino que espiava pra dentro'/><author><name>G Vermes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13545439394955435858</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/--YOi6i7c7mQ/TW5rNHaNaAI/AAAAAAAAAG0/59W_z5-0OC4/s220/imagemgui3.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6794313998460696407.post-2338170291588963990</id><published>2010-10-13T11:56:00.001-07:00</published><updated>2010-10-13T13:25:19.845-07:00</updated><title type='text'>O lar.</title><content type='html'>Escrevo para todo este bando de murrinhas, babacas, pequenos medíocres, egoístas, limitados, merdinhas, sofredores, bundões, frescos, burros, tapados, idiotas - que nem ao menos sabe de ignorância - quadrados, identitários, oco fracassados, submissos, mentirosos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas no nosso lar não temos disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este bando de enlatados, bonzinhos, esperançosos, apaixonados, honrados, orgulhosos, bonitos, vegetarianos, religiosos, dignos, perseverantes, casados, filhos, gentis, etiquetados, sedutores, vencedores, heróis, saudáveis, gostosas, interessados, espertos, famosos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois no nosso lar nos temos isso:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Compaixão é defeito&lt;br /&gt;2. Ser vegetariano é crime à carne&lt;br /&gt;3. É proibido contar as horas, contar as horas é proibir&lt;br /&gt;4. Fazer envergonhar é crime, vergonha é pecado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No nosso lar nada é descartado&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6794313998460696407-2338170291588963990?l=gvermes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gvermes.blogspot.com/feeds/2338170291588963990/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gvermes.blogspot.com/2010/10/o-lar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6794313998460696407/posts/default/2338170291588963990'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6794313998460696407/posts/default/2338170291588963990'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gvermes.blogspot.com/2010/10/o-lar.html' title='O lar.'/><author><name>G Vermes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13545439394955435858</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/--YOi6i7c7mQ/TW5rNHaNaAI/AAAAAAAAAG0/59W_z5-0OC4/s220/imagemgui3.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6794313998460696407.post-8696788908341809789</id><published>2010-08-22T02:20:00.001-07:00</published><updated>2011-07-21T09:49:29.736-07:00</updated><title type='text'>Testemunho.</title><content type='html'>AAAaaaaaaah... É um suspiro. puxa, sempre achei que um suspiro, é um agradecimento à vida. E lhes suspiro agora: que bom é estar livre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meus amigos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sei que faz tempo que não lhes falo.. e agradeço muito a todos aqueles que me leêm e acreditam. Que dizem: é isto mesmo porra! Que falta de fé não amigos? Paulo previu para agora um tempo de grande tolerância e declínio moral. É verdade. Mas não é tão melhor compartilhar o corpo assim? Mais permitido? É claro que toda época tem o prazer e medo, como todo o homem Caetano.. Mas em mim de novo, suspira a liberdade!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amigos, andei sumido. É porque estava mesmo ausente. Quando tu flerta com a vida, a vida flerta contigo, mas se tu deixa de flertar com ela ela te abandona sem dó. Dó é mesmo coisa de humano, assim como o escrúpulo. Eu li nodicionário, escrúpulo é indecisão de alma, relutância com medo do verso. Carrancuda e diligente vai ao céu (o inferno) esta gente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas hoje é o meu testemunho. E já me libertei, e cansei, e há pouco me masturbei para me relaxar na cama. Mas o quero muito, este testemunho. Que representa a minha liberdade. Liberdade de poder escrever assim, para vocês amigos, que sentem também a vida deixando de ser nos poros a cada gota. Ah meus amigos... Quando penso em vocês, penso em uma parada de tristes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É verdade. Esta vida se esvai!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E vocês são mesmo tristes não são? Não são. De sadio, de saúde. Está na moda hoje a saúde... esta palavra que nos mata e nos cura. Mas por esta palavra, quantos de vocês são?! Quem está realmente vivo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É esta a pergunta.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6794313998460696407-8696788908341809789?l=gvermes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gvermes.blogspot.com/feeds/8696788908341809789/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gvermes.blogspot.com/2010/08/testemunho.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6794313998460696407/posts/default/8696788908341809789'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6794313998460696407/posts/default/8696788908341809789'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gvermes.blogspot.com/2010/08/testemunho.html' title='Testemunho.'/><author><name>G Vermes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13545439394955435858</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/--YOi6i7c7mQ/TW5rNHaNaAI/AAAAAAAAAG0/59W_z5-0OC4/s220/imagemgui3.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6794313998460696407.post-6271175159941368436</id><published>2010-03-06T08:02:00.001-08:00</published><updated>2010-03-06T08:02:55.763-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_fPC9ilcK2lM/S5J8q2jqLYI/AAAAAAAAAFw/ZPIcsMz4fcA/s1600-h/vermes02copy.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 179px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_fPC9ilcK2lM/S5J8q2jqLYI/AAAAAAAAAFw/ZPIcsMz4fcA/s400/vermes02copy.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5445551975085780354" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6794313998460696407-6271175159941368436?l=gvermes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gvermes.blogspot.com/feeds/6271175159941368436/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gvermes.blogspot.com/2010/03/blog-post.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6794313998460696407/posts/default/6271175159941368436'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6794313998460696407/posts/default/6271175159941368436'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gvermes.blogspot.com/2010/03/blog-post.html' title=''/><author><name>G Vermes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13545439394955435858</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/--YOi6i7c7mQ/TW5rNHaNaAI/AAAAAAAAAG0/59W_z5-0OC4/s220/imagemgui3.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_fPC9ilcK2lM/S5J8q2jqLYI/AAAAAAAAAFw/ZPIcsMz4fcA/s72-c/vermes02copy.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6794313998460696407.post-2523114688744362357</id><published>2010-01-18T20:05:00.000-08:00</published><updated>2011-08-19T19:24:08.835-07:00</updated><title type='text'>De que vale a vida se não para devorar uns aos outros?</title><content type='html'>Eu ando receoso em escutar estórias de encontros. Como doses anestésicas são usados os colos estranhos. A cena é sempre a mesma no cinema pornô, refletida nas telas do laptop do menino de 6 anos. A cena é sempre a mesma no vazio do sexo pobre, refletida na &lt;a href="http://conversacoeszmuller.blogspot.com/2009/12/infancia-interrompida.html"&gt;infância interrompida&lt;/a&gt; da menina de mesma idade. Violência e submissão poderia ser o título de qualquer encontro parvo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a noite se transformou no grande palco de atuação dos jogadores do esprém. À noite é que os leões saem para caçar, mas ao contrário dos zumbis de balada, eles devoram suas presas. Estes mutantes escuros não entendem de nada a selvageria do leão. São lixo de constructo, tão enlamaçados pela vergonha de norma civil que, ao encontro selvagem dos fluidos e odores dos corpos, supõem animalismo ao ato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como se o sexo refletisse a parte ainda selvagem em nós e o selvagem refletisse a violência. Mas o selvagem reflete a natureza e esta natureza está no campo limítrofe de todos os mundos. Tapas e submissão é apenas o escapamento de sua bitolada rotina. Este sexo sem criatividade grita por socorro e também subverte em morte o coito. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E ficam lá, no meio da pista de dança balançando o corpo pelo plano do radar (Shiva sabe que a dança descontrói o mundo em cada passo). As mulheres são oprimidas no cerco vil dos corações estragados e os inseguros reparam a torre da ilusão a cada captura. Outras são obrigadas a incorporar o áspero em si para afastar o homem vão que pensa que sorrir é conceder prisão ao seu desejo imútavel. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas os amantes, são eternos como é a natureza, nascem e morrem a cada instante. São uma força mútavel e sensível, assim como é o sexo. Repara na pele vaginal e no pênis despido de seu capuz, é o mais próximo que se pode chegar de um corte em aberto. Esta pele viva é como se fosse a última camada de elo entre o corpo e a alma. É a própria junção de teu espectro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toma-te cuidado com teu sexo, pois ele te exige mais! Tuas mil possibilidades de existir não serão alcançadas no obedecer de toda tua vida e ainda, perderá cada pedaço de tua morte-em-vida pelo delírio de ideal; teu sexo reflete o cenário de fantoches da tua sobrevida. Só pelo absoluto de possibilidades que o sexo será realmente selvagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cantam os poetas em uníssono:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Quem consegue escutar as cores da borboleta pode apalpar o infinito.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6794313998460696407-2523114688744362357?l=gvermes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gvermes.blogspot.com/feeds/2523114688744362357/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gvermes.blogspot.com/2010/01/de-que-vale-vida-se-nao-para-devorar.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6794313998460696407/posts/default/2523114688744362357'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6794313998460696407/posts/default/2523114688744362357'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gvermes.blogspot.com/2010/01/de-que-vale-vida-se-nao-para-devorar.html' title='De que vale a vida se não para devorar uns aos outros?'/><author><name>G Vermes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13545439394955435858</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/--YOi6i7c7mQ/TW5rNHaNaAI/AAAAAAAAAG0/59W_z5-0OC4/s220/imagemgui3.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6794313998460696407.post-5189440765926654311</id><published>2010-01-14T14:21:00.000-08:00</published><updated>2010-01-14T15:02:44.614-08:00</updated><title type='text'>O espectador. (texto de um amigo)</title><content type='html'>Nada melhor do que um churrasco com os colegas de trabalho após um desgastante dia de trabalho. Muita cerveja gelada, carne, som de qualidade, risadas, descontração e animação, a fim de que esqueçamos o mortífero e necessário hábito do trabalho pelo qual todos nós temos que nos submeter, com uma ressalva: atualmente eu não estou bebendo, por opção. Talvez seja uma opção pela qual eu me arrependa profundamente no futuro. Enfim... &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;E assim, todas aquelas pessoas que trabalham no mesmo escritório organizaram um churrasco para confraternizar, o qual foi realizado no salão de festas de um dos colegas. No início, se via que as pessoas estavam comportadas, com a maquiagem fresca em seus rostos, se comportando tal qual o fazem quando estão em ambiente profissional. Mas bastam uns goles de cerveja bem gelada e uma caipirinha bem adocicada para que as máscaras comecem a cair. Afinal, o álcool é um lubrificante social. &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;E como o assunto sexo não podia faltar numa roda de conversa, uma mulher, que se mostra toda comportada no seu habitat de trabalho, menciona o seguinte aos quatro cantos do salão “eu adoro fazer um sexo animal com o meu marido”. Os abobados adoraram essa frase, e ela, então, encorajada por isso, emendou: “amo fazer sexo matinal, mas me nego trepar quando meu marido está com tesão de xixi. Ele primeiro tem que mijar para depois transar comigo, e o pau dele tem que estar bem limpinho, sem qualquer cheiro ou gosto de urina”. &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Para cutucá-la, eu perguntei: “e se por ventura ele acordar de pau duro porque estava sonhando contigo? Isso não seria um tesão de xixi, não é?”. Não obtive resposta. E o pior: a fanfarrona ganhou adeptas. A pauta da roda tornou-se o sexo sujo e vazio. Confesso que me senti mal. Saí dali e tomei um copo de água, aproveitando para respirar um pouco. &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Quando voltei ao salão estava tocando músicas bagaceiras. Funk, para ser mais preciso. E obviamente avistei aquelas mulheres pobres dançando de maneira insinuante com o único intuito de provocar os homens. A essa altura do campeonato, noventa por cento das pessoas já estavam contaminadas com a podridão emanada inicialmente por uma única maçã podre, e todos colocaram-se rendidos, dançando ao ritmo da música “beijo na boca é coisa do passado, a moda agora é namorar pelado”. &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Quando eu pensei que o pior já tinha passado, vieram duas mulheres ao meu encontro. Uma era aquela maçã podre que começou a merda toda. A outra, uma coitada reprimida que bebeu um pouquinho, achou engraçado o que a primeira fez, e resolveu segui-la. &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Ambas começaram a me elogiar e a se insinuar. Muitos toques, palavras no ouvido e olho no olho. Num determinado momento, ambas falaram que queriam sair comigo naquele momento, direto para um local reservado, para nos conhecermos melhor. Para não ser grosso, me esquivei, falando que elas estavam bêbadas e só estavam falando aquilo tudo da boca para fora. Mas, no fundo, eu senti que elas estavam querendo mesmo era trepar a noite inteira. Senti no rosto delas, no jeito delas falarem e de me tocarem, mesmo elas sendo casadas. &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Quanto mas eu neguei, mais elas queriam. Não tinha mais forças para suportar aquilo tudo. Era muita coisa para uma noite só. Saí do salão e sentei num banco que ficava localizado perto da pracinha do condomínio. Fiquei lá por alguns minutos, pensativo, quando uma das minhas colegas de trabalho sentou-se ao meu lado. Uma pessoa que eu nunca dei a mínima, pois sempre achei ela muito comum, igual a todas estas que se encontra em qualquer lugar. Uma pessoa, até então, sem qualquer encanto. &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Então, ela perguntou o motivo de eu estar ali parado e eu, prontamente, expliquei, com enorme tristeza. Eu me abri para ela. E ela, ao me escutar, respirou fundo, e também se abriu para mim. Ela retirou o véu que estava sobre a sua face este tempo todo, e pude, então, enxergar um pouco da sua essência. Uma linda mulher, com lindas intenções. Com um enorme potencial. No cotidiano, age de um jeito comum porque os homens assim a tratam e não dão o valor que lhe é devido. Vi isso. Ela quer amar. E ser amada. Não quer mais ser um objeto sexual. Não quer mais ser comida e comer os outros. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E então, a minha noite que tinha tudo para ser uma catástrofe, teve um momento bom, com sinceridade. Encontrei um brilho atrás da neblina cinzenta. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Guerreiro Intrépido da Mão de Gelo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6794313998460696407-5189440765926654311?l=gvermes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gvermes.blogspot.com/feeds/5189440765926654311/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gvermes.blogspot.com/2010/01/o-espectador-texto-de-um-amigo.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6794313998460696407/posts/default/5189440765926654311'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6794313998460696407/posts/default/5189440765926654311'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gvermes.blogspot.com/2010/01/o-espectador-texto-de-um-amigo.html' title='O espectador. (texto de um amigo)'/><author><name>G Vermes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13545439394955435858</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/--YOi6i7c7mQ/TW5rNHaNaAI/AAAAAAAAAG0/59W_z5-0OC4/s220/imagemgui3.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6794313998460696407.post-4965470627725695476</id><published>2010-01-11T20:17:00.001-08:00</published><updated>2011-01-07T04:46:01.826-08:00</updated><title type='text'>Retratos do cotidiano</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_fPC9ilcK2lM/S0v7GH45CNI/AAAAAAAAAFo/6ST9HNaqySE/s1600-h/20091210_172107_site2.jpg"&gt;&lt;img style="WIDTH: 400px; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5425706258713348306" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_fPC9ilcK2lM/S0v7GH45CNI/AAAAAAAAAFo/6ST9HNaqySE/s400/20091210_172107_site2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Estou procurando pousadas para passar o carnaval na Ferrugem". Disse ela na conversa de msn. Mas Ferrugem no carnaval? Vai ser igual ao verão no carandiru, só que com latinhas de cervejas espalhadas por tudo; e polar ainda, para caracterizar o mau gosto. Eu disse. Mas porque afinal tu pensou em ir pra Ferrugem? "Ah é que temos um grupo de mulheres solteiras".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas tu sabe né? Basta ser mulher para cair um homem do lado. "depende do tipo de homem que se está esperando" - disse ao ascender a esperança. Mas na Ferrugem? É o mesmo tipo de homem que tu encontra em qualquer estádio, escritório, balada, tele-entrega ou audi A3. São tantos quanto as baratas ao sair do bueiro. Ela pensa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Subitamente outra conversa me aparece na tela. É um amigo me dizendo "olha que vídeo mais engraçado. hahahahahahaha". Abro o link e o que vejo é um combatente, destes árabes loucos da tv, lançando mísseis de morteiro em sua guerra de liberdade. Lança um, dois e o morteiro emperra no terceiro espalhando os átomos do guerrilheiro pela terra santa. Eu não achei engraçado. Digo e fecho a janela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me brilha a tela de novo. É minha amiga e a continuação da conversa. "Ah mas ninguém vai pra Ferrugem encontrar o príncipe encantado. Só vai dar boas risadas, ficar bêbada e transar com mais um babaca". Que horror. Diz o amigo das risadas do morteiro assassino, no ctrl + c, ctrl + v. Eu mantenho a conversa: Mas olha, não precisa procurar príncipe mas é bom procurar encanto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela concorda e diz "tá, então me deixa informada sobre a tua viagem pro Uruguai, eu sou mesmo parceira". Outra janela se abre, é um amigo dentista, que pedi uma ajuda numa corrosão de canal. "Conseguiu falar com ele?" Diz este meu amigo e ele, é o dentista especialista no canal. Não cara, mas ligo amanhã, obrigado. E como estamos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Ressaca de ontem fui no jimba". E o que achou? "Tava muito bom, altas gatas peguei duas. Uma repetida e uma ex-colega mais ou menos. Mas peguei contatos com duas outras maravilhosas". Pô, e porque duas? "Ah tava afim de extravasar". Sei como é... e fecho a janela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E eu sei mesmo como é. Uma corrosão de canal está lá sem a gente perceber, até que rasga a alma. Mas ela cresce na desconexão do cuidado. Tudo é separação, o nosso complexo anímico livre vira um confronto entre fronteiras. Agora estás em guerra e te garanto, vai perder. É impossível afetar-se com o infinito, quando não somos inteiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falam o que não sentem e pensam o que não fazem, na ordem caótica qualquer do silogismo de Gandhi. Buscam nos outros o reconhecimento de si mesmos. Sendo ilha, não pode-se deixar afetar por terra de continente, pois assim o fazendo, perderia todo enfeite aceito de sua tendenciosa composição. Teu esforço é todo em busca de reconhecimento, para enganar o estômago.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É questão de opinião, tu vai dizer. Mas toda ilha precisa da opinião do outro. Você precisa de tudo no outro, afinal sem alguém para te achar o que tu demonstra, o que te sobraria se não o nada? Mas tu é mesmo o menininho dos olhos da ilha, não é? Enquanto alguém estiver lá para ser capturado, tua mentira do nada, passa mais um dia de vazio. Deve ser mesmo emocionante ser rei de ilha deserta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o que tu não és te escapa, como te escapa a vida. Por isto te perdes, mas da morte não escapas! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E ainda vão desenvolvendo um certo cinismo que de nada tem a ver com a doutrina cínica do cão original. Um cinismo que faria Diógenes, o matador de monstros, militar no conteporâneo. Mas este cinismo grosseiro é também um mecanismo de conserva. Como se ao banalizar o ato, te tornasse automaticamente descomprometido do mesmo. Pão e circo bastam para ilhar um homem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E ao verme nem mesmo esforço é preciso para cavocar o abismo em procura do podre, basta passar pelo cotidiano. Mas o Verme sabe. Apenas o nada é digno da morte e só a morte pode ser constada como sorte de amor. É claro que todos têm um bom coração no abismo, mas não se engane, pois todo dia é dia do juízo. E o podre sabemos bem como é: Corrosivo. fraco. e oco.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6794313998460696407-4965470627725695476?l=gvermes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gvermes.blogspot.com/feeds/4965470627725695476/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gvermes.blogspot.com/2010/01/retratos-do-cotidiano.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6794313998460696407/posts/default/4965470627725695476'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6794313998460696407/posts/default/4965470627725695476'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gvermes.blogspot.com/2010/01/retratos-do-cotidiano.html' title='Retratos do cotidiano'/><author><name>G Vermes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13545439394955435858</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/--YOi6i7c7mQ/TW5rNHaNaAI/AAAAAAAAAG0/59W_z5-0OC4/s220/imagemgui3.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_fPC9ilcK2lM/S0v7GH45CNI/AAAAAAAAAFo/6ST9HNaqySE/s72-c/20091210_172107_site2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6794313998460696407.post-8876544661909903239</id><published>2010-01-09T23:59:00.000-08:00</published><updated>2010-01-10T11:52:05.863-08:00</updated><title type='text'>O amor não se engana.</title><content type='html'>Eu tenho certeza! E muitos de vocês devem mesmo ler e dizer: quanta arrogância, que prepotência. Um ego potente é diferente de um ego inflado. Você não muda nada com isto e nem mesmo você mantem-se você; com isto. Pra que tal esforço? Podes acreditar, eu vou rir quando quiser e chorar e dançar aonde for.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu estou na mesma festa. Tenho meus defeitos de cultura, mas os sei bem, não vou me permitir perde-los em marcas. Você fica pasmo na arrogância que posso chegar? Eu já penso que este patamar, é o básico de mim. Me lembro de você atriz menina, quando pus as mãos em ti. Eu te disse ao te ver gostar demais, você está mesmo mal acostumada; e para baixo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E hoje eu olhei para ti, Silvia. Quatro encontros foi o que tivemos no passado? Eu lembro bem o genuíno encontro; brincadeiras de cabeças dançando de siga o mestre cada um no seu lado do salão. E hoje conversamos sobre o estranho fim. Eu nem o vi, mas ele passou com o tom do tempo. O amor não se engana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas nossa conversa foi mesmo curta, minha fala e meu coração permanece em seu merecido descanso, pois trabalhou demais. Eu não te tenho com amor Silvia. Então quando te abandonei e vi tu beijar aquele homem, eu sorri como o cão. Estive mesmo certo em te despedir. De alguma forma para mim, a vida tem sempre razão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fechei meus olhos e nem ao menos te dei as costas. Dei a frente para os que estavam presentes. Ah mas eu te vi! Em descompasso com o rapaz que trocaste teus fluídos. Ele te serviu para o que? Sei que tu sabe, se te serviu para algo, não te serviu para nada. Pois este amor que eu vivo, não tem propósito e nem fim. Ele apenas rasga a pele e come pedaço por pedaço desde os dedos até os cabelos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6794313998460696407-8876544661909903239?l=gvermes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gvermes.blogspot.com/feeds/8876544661909903239/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gvermes.blogspot.com/2010/01/o-amor-nao-se-engana.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6794313998460696407/posts/default/8876544661909903239'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6794313998460696407/posts/default/8876544661909903239'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gvermes.blogspot.com/2010/01/o-amor-nao-se-engana.html' title='O amor não se engana.'/><author><name>G Vermes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13545439394955435858</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/--YOi6i7c7mQ/TW5rNHaNaAI/AAAAAAAAAG0/59W_z5-0OC4/s220/imagemgui3.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6794313998460696407.post-6890847690322498254</id><published>2010-01-05T20:24:00.001-08:00</published><updated>2011-08-19T19:35:19.215-07:00</updated><title type='text'>Eu durmo no abismo de uma mulher</title><content type='html'>Para construir as sombras do amor, é preciso se iludir. Meu corpo, cada vez mais magro, me aparenta o mais forte dos homens. Me tente! Me provoque ou desafie, eu te cedo todos os meus domesticados demônios. Mas se te mostro minha face no indiferente afetamento da humildade tu perderá o jogo sozinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho bonito pensar que os corpos quando abraçados em forma fetal no sofá batem o mesmo ritmo cardíaco. Fomos rasgados. Mas e daí? Quando verei tu parar de chorar e  me abraçar de orgãos unidos? Eu sinto tua falta na ferida viva do meu coração. Lembro bem dos rituais pagãos ao descobrir o corpo: cavaleiros mascarados em círculo e nós dois trepando no meio do altar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas aquilo era nosso intento de ser. Então por favor, não me tenha fetiche ao ver o mundo transar. Nós estamos em núpcias o tempo inteiro. Cada nossa respiração bulina o vento e a planta numa orgia nupcial de amor. Eu, que me sinto agora adoecido de amor, não posso transformar o tempo, posto que o tempo me abandona. Me perdoe tempo, pois sou mesmo eu que morro neste instante. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faça valer homem cansado! Faça valer seu merda! Sou homem e quero que tu saiba mais do que sou terra: Cala tua boca diante desta mulher. Não vês que só de te permitir penetrar a alma de seu útero já deves ter a existência agradecida? Nosso corpo bruto feito em mil traços é feito para permanecer. Enquanto a mulher flutua, dobra e tece a teia do mundo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo minha espada não te sangraria mais do que o abismo desta mulher. Mas seja grato pelo sangue desta ferida, porque de minha espada tu terá mesmo só a cabeça cortada. Renuncia tua masculinidade viril e deixa que teu sentimento de gratidão submeta-se à mulher. Não será senhor dela, sem antes aprender a ser seu criado. Ela quer teu gozo assim como nós queremos, se tivermos sorte, estar ao lado dela..&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;..em nossa morte.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6794313998460696407-6890847690322498254?l=gvermes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gvermes.blogspot.com/feeds/6890847690322498254/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gvermes.blogspot.com/2010/01/eu-durmo-no-abismo-de-uma-mulher.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6794313998460696407/posts/default/6890847690322498254'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6794313998460696407/posts/default/6890847690322498254'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gvermes.blogspot.com/2010/01/eu-durmo-no-abismo-de-uma-mulher.html' title='Eu durmo no abismo de uma mulher'/><author><name>G Vermes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13545439394955435858</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/--YOi6i7c7mQ/TW5rNHaNaAI/AAAAAAAAAG0/59W_z5-0OC4/s220/imagemgui3.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6794313998460696407.post-6888688382414016747</id><published>2009-12-25T16:47:00.000-08:00</published><updated>2010-08-25T14:58:47.511-07:00</updated><title type='text'>Adão, Eva e os filhos do incesto.</title><content type='html'>Hoje contarei a história do nascimento de Jesus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Disse o verme enquanto, de costume, mastigava os restos de sofrimento e desamparo da ceia de natal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas antes é preciso falar sobre outro grande homem, o profeta Zoroastro. Na história da humanidade, muito antes de Jesus, nascia um bebê sorrindo ao arrastar-se das paredes do ventre. Nesta época, os deuses eram pequenos como reis, orgulhosos e avarentos naquilo que lhes fechada o divino; e ao homem, que neles sustentavam suas feridas de existência, lhes cabia o temor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi por este temor que eles renegaram Zoroastro. Um bebê não pode nascer sorrindo ao ver mundo tão escuro, diziam eles. O fato de Zoroastro nascer sorrindo, atentava desmantelar todo mecanismo patológico que sustentava os homens e os deuses como pertencentes à existência. Os deuses estavam furiosos. Este bebê ameaçava rasgar a corda do tempo e se assim o fizesse, tornar-se-ia imortal o que acabaria por suicidar todos os deuses e empurrar os homens abismo abaixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim iniciava Zoroastro sua caminhada aos astros. E desde o inicio pôs-se com coragem a enfrentar os deuses e tudo o que existe. Zoroastro, o matador de deuses, como todo homem que excedeu-se, enfrentou seus medos no abismo. E um dia, assim como Zoroastro passou por Nietzche em seus indagamentos, Vohu Mano passou por Zoroastro e os dias tornaram-se todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vohu Mano é para Zoroastro a representação da afirmação incondicional da existência. Vohu Mano, a boa mente, é o batismo de sabedoria em Zoroastro, que em sua batalha com os deuses, erguia-se imaculado. Os imortais estavam mortos e Zoroastro detinha o selo da imortalidade finita em seu sorriso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Zoroastro agora era homem, parte de toda criação e também símile do imperecível. Sua boa mente o levou a compartilhar sua mensagem com seus irmãos de espécie. Mas os homens sempre foram medrosos e desconfiados e não aceitaram a visão ampla de Zoroastro. Estavam hermeticamente acomodados em suas representações existenciais e não podiam tolerar ruptura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acontece que estes deuses eram nada pois fragmento de delírio do homem e sua onivontade dar-se-ia apenas no campo limitado de seus territórios. E quando o cavalo do governante dos homens adoecera e estava prestes a morrer, todos os deuses foram convocados para curá-lo mas nenhum o pode fazê-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem mais opções o governante foi à procura de Zoroastro, que se prontificou de bom grado a olhar por seu cavalo. Todos ficaram pasmos ao ver que o cavalo havia sido curado pelos cuidados dele e o exaltaram como operador de milagre. Zoroastro, porém, lhes contou que nada tinha feito de milagroso e que só usara uma medicina comum em sua terra natal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ficaram encantados com a simplicidade e honestidade de Zoroastro e se prontificaram a escutar de novo a sua mensagem. Pudera Zoroastro ter se adquirido de poderes e mantos místicos ele manteve-se fiel ao verso criador, sua boa mente, e assim pode espalhar sua mensagem aos novos olhares dos homens. Esta é a história de Zoroastro, o matador de deuses, o observador dos astros. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir deste ponto, muitos outros começaram a compartilhar a existência com esta boa consciência de Zoroastro e estes eram chamados de Zoroastras. O Zoroatrismo é isto, literalmente, isto. Não se baseia em milagres, ou anjos, ou magia. É apenas uma boa mente apronfundada no abismo de pertencer. Seguindo a história, adiante na história da humanidade, veremos três importantes Zoroastras que foram o marco do nascimento de Jesus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seus nomes eram Baltazar, Melquior e Gaspar. Mais conhecidos como os três reis magos. Vivos em uma época retratada pelo esvaziamento dos deuses e o empobrecimento dos homens. Os homens açoitavam-se à miséria de si próprios. Em privilégio à vontade do controle dos corpos e das massas, o controle de si mesmos e de sua vontade era cada vez mais obscuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Baltazar, Melquior e Gaspar eram sábios de bastante prestigio e poder. Seres abstratos com ferramentas reais. Entendiam tanto de sua espiritualidade pertencente como das maquinações da sociedade. De boa vontade os três elaboraram um plano para libertar o povo de sua angústia e guiá-lo para a felicidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles iriam atrás de um salvador, um messias que pudesse guiar o povo à libertação de sua desgraça. Este messias deveria nascer com as mesmas condições de pobreza do povo e ter a coragem de exceder-se às suas misérias. Assim partiram os três Zoroastras, atrás do rastro da estrela em direção a Belém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Belém todos notaram a presença dos Três. Suas roupas nobres, suas posturas eretas, suas faces bem cuidadas eram o oposto de todos os pobres da pequena vila. Aquele povo carecia de entusiasmo, seus olhos eram cansados, suas vestimentas sujas e seu caminhar pesado. Seguir aqueles homens santos era o mais costumeiro que poderiam fazer aqueles vileiros de vida pacata. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E como eles ficaram surpresos ao verem os três reis pararem por uma moça imunda no bairro mais imundo e prenhe de barriga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- De quem é este filho? Os três perguntaram. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Eu não sei. Respondeu ela de olhar baixo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De fato, esta era Maria, como tantas outras Marias de Belém, dava-se a tantos homens que era incapaz de saber qual deles seria o pai da criança. Puta! Vagabunda! Começaram a gritar os vileiros em volta de Maria, mas logo foram impedidos pelos três que se pronunciaram:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Deveras este filho não é filho de nenhum homem, pois este filho não tem pai senão o pai de todos, deus. Assim vos dizeis os reis sacerdotes Baltazar, Melquior e Gaspar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah! Mas é claro. – esbraveja o Verme. O que Maria, desgraçada como vivia, iria acreditar: ter nela o filho de deus, reforçada pelo nome e honra de três homens poderosos ou ter nela um filho da puta? E assim também aceitaram todos os vileiros, com esperança de ter ali a salvação de sua miséria. Jesus nasceu e viveu pobre, mas pelo reforço da visão dos reis magos, construiu uma sólida perspectiva anímica pelo respeito e apreço dos companheiros de vila.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos seus doze anos, Baltazar, Melquior e Gaspar levaram o menino Jesus para apronfundar sua missão. Ensinaram o menino em muitos conhecimentos gerais e também o guiaram ao encontro com sua espiritualidade pertencente. Aos trinta, retorna e assim foi Jesus. Um homem, como Zoroastro. Parte do mundo e símile do imperecível. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Suas operações milagrosas foram obra de seus conhecimentos e de sua boa mente. Sua boa mente foi que tocou os corações dos menos necessitados em compartilhar com os mais necessitados, e isto não fora um simples milagre de multiplicação. Foi de seus bons conhecimentos que ele pode curar os enfermos e não de poderes divinos. Sua vestimenta mística de milagres parte do delírio aos mortos imortais. Não há poder mais divino do que isto, literalmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto a vontade do homem é transformar tudo em espetáculo. Parte da incompreensão ao seu próprio mistério de pertencimento. Jesus foi um grande homem. E o que este homem representou teve a ver com sua mensagem de profundidade e beleza. Sentimento este que tem de ser buscado individualmente pelo enfrentamento da miséria em si. O que não caberá em norma religiosamente cumprida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas os homens temem a ressuscitar os deuses, pois assim o fazendo sentem-se seguros em não ter de temer seus próprios abismos. E como fizemos com Jesus Cristo. E como fizemos com Zoroastro. Nós os vermes continuaremos a trazê-los de volta a linha pertencente da criação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E continuaremos devorando.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6794313998460696407-6888688382414016747?l=gvermes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gvermes.blogspot.com/feeds/6888688382414016747/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gvermes.blogspot.com/2009/12/hoje-contarei-historia-do-nascimento-de.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6794313998460696407/posts/default/6888688382414016747'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6794313998460696407/posts/default/6888688382414016747'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gvermes.blogspot.com/2009/12/hoje-contarei-historia-do-nascimento-de.html' title='Adão, Eva e os filhos do incesto.'/><author><name>G Vermes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13545439394955435858</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/--YOi6i7c7mQ/TW5rNHaNaAI/AAAAAAAAAG0/59W_z5-0OC4/s220/imagemgui3.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6794313998460696407.post-1673214897002200696</id><published>2009-12-21T17:12:00.000-08:00</published><updated>2010-01-06T08:13:59.530-08:00</updated><title type='text'>A dobra da serpente</title><content type='html'>Os vermes de &lt;a href="http://psicomarlos.blogspot.com/"&gt;Marlox&lt;/a&gt;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é da maçã que nasce a cobra, no entanto, pode ser da vontade a fonte de expansão para um tempo sem limite. Não sabemos nem quando, nem onde, mas o dia chegará para marcar a mudança que ainda não tem nome. Essa vontade não é simplesmente sexual ou virtual, mas natural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesses encontros e desencontros a vida da as caras para um possível. Os entrelaces fustigados de energia não são explicáveis, mas afrontam moralismos, ditos pecaminosos e dogmáticos. O acontecimento como fonte, onde nasce e brota a esperança de ir além do conhecido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No tempo desfragmentado não será necessário explicações ardilosas, nem mesmo articulações tempestuosas, pois as pessoas se entenderão pelo olhar e não mais pelas palavras. A violência não percorrerá as veias dos sentimentos. A liberdade não será fruto de uma vitória, mas de uma convivência fraternal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os relacionamentos amorosos não serão símbolos de conquistas, ou até mesmo de competência, mas de verdadeiros e sinceros sentimentos. Os significados se darão no calor da relação, ou seja, quando um não é sem o outro. Por ventura, as caricias formarão um único elo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nessa dobra de sentidos, constituída pela diversidade a maturidade aponta o caminho para a descoberta: a dobra valorada. Forjados na batalha, mas abastecidos da energia que não precisa de forma. O cansaço não nos vencerá, pois seremos fortes e guerreiros e na manhã do dia seguinte tomaremos café juntos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez na morte encontremos sentido para um sofrimento tão ardido, para um sentimento tão profundo, mas ao mesmo tempo enlouquecedor. De repente não saberemos jamais o porquê. A resposta não precisa ser dita, nem precisa ter um significado, pois no fundo, lá no fundo a pessoa sente o que é e o que não é.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É difícil enfrentar os desafios que corrompem nosso estado conformado. Não queremos pregar palavras, simplesmente discursos sem sentido, nossas palavras não devem ser apenas lidas ou proferidas, mas sentidas. Você faz parte desse acontecimento, deixe-se acontecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraços do irmão;&lt;br /&gt;Pastor Frigido do Escudo Reverberante.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6794313998460696407-1673214897002200696?l=gvermes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gvermes.blogspot.com/feeds/1673214897002200696/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gvermes.blogspot.com/2009/12/dobra-da-serpente.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6794313998460696407/posts/default/1673214897002200696'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6794313998460696407/posts/default/1673214897002200696'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gvermes.blogspot.com/2009/12/dobra-da-serpente.html' title='A dobra da serpente'/><author><name>G Vermes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13545439394955435858</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/--YOi6i7c7mQ/TW5rNHaNaAI/AAAAAAAAAG0/59W_z5-0OC4/s220/imagemgui3.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6794313998460696407.post-6799828133099913564</id><published>2009-12-17T14:37:00.000-08:00</published><updated>2009-12-26T00:38:31.430-08:00</updated><title type='text'>Talvez no tempo da delicadeza...</title><content type='html'>Os vermes de &lt;a href="http://cantosedesencantos-manuela.blogspot.com/"&gt;Manuela&lt;/a&gt;:&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#993399;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(99,32,53);font-family:Helvetica, Arial, Verdana, 'Trebuchet MS', sans-serif;font-size:13;" class="Apple-style-span"  &gt; &lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#993399;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Acordei sem despertar naquele dia. Todas as pulsões chacinavam-se, esgotadas. Meus pensamentos espalhados por todos os cantos, como cigarras performáticas de um verão glacial. A princípio pétalas, mas ali o caule inóspito revestido de um silêncio mortal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando caminho por entre as sombras dos teus aforismos, vejo que são tão ou mais desordenados do que os meus. Não fazes idéia. Reprimiria os anseios submetidos à ordem de infração, sob teu magnetismo indesviável. Até mesmo me soltaria sem bússola caso fosse, mesmo que sem pouso. Ainda que sem repouso. Faria.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#993399;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#993399;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Entendo os receios, mas quanto à confiança devo alertar que sou um contra-senso aos que duvidam. Aos que não crêem sou mesmo um paradoxo, um demônio de silfos vestindo asas barrocas. Para os que não se arriscam na exuberância da soltura, aceito que me culpem. Que assim seja e me poupem de seus desgostos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós somos d’outra natureza. Teu espírito também foi tecido em lugar edênico e estamos atrelados pelo mesmo fio. As mesmas dores, a mesma angústia, que já cristalizam pelas frestas de virtudes. Os subsídios já estão todos forjados.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#993399;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#993399;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Quanto às pedras atiradas, não procuro lapsos de bondade em olhares alheios, por onde possa encontrar ciscos de reconhecimento vulgar. Nem mesmo desejo partilhar parte da culpa através dos julgamentos de outrem. Faço por inteiro e que a conseqüência seja cabalmente minha. Hei de seguir da mesma forma, sem margem, sem método, com amor irrestrito.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#993399;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#993399;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Manicômios são territórios em que espíritos ordinários de olhos vazios depositam almas inquietas como as nossas. Depois que morrermos, viraremos bons poetas. Pobres, mal sabem de onde viemos, por onde andamos. Fracos, desconhecem a guerra e a honra. Ignorantes dos ventos que nos fazem içar as velas, bebendo poesia no remanso das águas. Que assim seja a sentença e custo. Cada qual sabe da própria renúncia, mesmo que seja por inabilidade.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#993399;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#993399;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Ainda tenho erros por cometer, e não há como ser d’outro modo. Assino cada um com nome, sangue e digital. E após toda essa deselegância virá nosso tempo, onde te alcançarei subitamente, irreversivelmente. Quiçá na face imprevista da poesia que corre a galope, abruptamente carregada pelo vento. Sem mágoa, sem volta. Por inteiro.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6794313998460696407-6799828133099913564?l=gvermes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gvermes.blogspot.com/feeds/6799828133099913564/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gvermes.blogspot.com/2009/12/talvez-no-tempo-da-delicadesa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6794313998460696407/posts/default/6799828133099913564'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6794313998460696407/posts/default/6799828133099913564'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gvermes.blogspot.com/2009/12/talvez-no-tempo-da-delicadesa.html' title='Talvez no tempo da delicadeza...'/><author><name>G Vermes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13545439394955435858</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/--YOi6i7c7mQ/TW5rNHaNaAI/AAAAAAAAAG0/59W_z5-0OC4/s220/imagemgui3.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6794313998460696407.post-5097508978948856467</id><published>2009-11-30T12:16:00.001-08:00</published><updated>2010-05-03T00:03:35.315-07:00</updated><title type='text'>O pau da serpente desdenha dos homens cansados.</title><content type='html'>A nossa religião não tem tempo. Não há vidas passadas e nem póstumas. De fato, só há vida. Gostamos de ser circunscritos à nossa consciência egoíca. Não há o sagrado e nem o leviano. O risco é nossa única verdade da vida. Só queremos saber o que pode ser feito e se tivessemos um deus, este seria o acidente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A nossa religião é a preta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A morte é um grilhão para o pequeno homem, mas é a grande aliada da preta. Nossa atuação é nos limites do desejo, portanto em nós não nos cabe o moralismo ou o tabu. Não confunda com o puro hedonismo pois a nossa proposta é mesmo de morte. É claro que partimos deste princípio para fazer valer o coração ainda quente no peito. E nós queremos saber o que mais pode ser feito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em nossa religião não existem líderes. Todos nós somos o máximo que nós podemos, mas não somos criadores e criaturas, nem servos e senhores. Somos o que somos e somos o que for de mais potente. Me escuta, pois eu sou teu General Feiticeiro da Foice do Juízo, e assumo o papél do pastor. Mas não somos uma pastoral, nós só queremos fazer o que pode ser feito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos os que não fazem parte da preta, são cinzas. Cinzas deglutidas de sua neutralidade, cinzas como o pó de uma estrela. Nós da preta seremos pó, mas no momento só queremos saber de fazer brilhar nossa estrela. Os cinzas não tem nome e nem força, vão nascer, casar, comprar e seu momento de glória será mesmo a desejantemente indesejada morte de uma existência com sentido. O nosso tempo é o agora, o nosso tempo é também nosso lugar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não nos procure esperando conforto para a existência, pois ela é tudo o que há. Nada haverá após tua consciência egoíca. Nada também receberá da tua história em vida, ninguém lembrará teu nome, mesmo o lembrando. Você estará morto. Estaremos todos mortos, quando morrermos. Se tivéssemos que cultuar, nosso culto seria este. Pois nós queremos o que pode ser feito. E agora!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atenciosamente;&lt;br /&gt;Capa, Farda e Tarja.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6794313998460696407-5097508978948856467?l=gvermes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gvermes.blogspot.com/feeds/5097508978948856467/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gvermes.blogspot.com/2009/11/o-pau-da-serpte-desdenha-de-homens.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6794313998460696407/posts/default/5097508978948856467'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6794313998460696407/posts/default/5097508978948856467'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gvermes.blogspot.com/2009/11/o-pau-da-serpte-desdenha-de-homens.html' title='O pau da serpente desdenha dos homens cansados.'/><author><name>G Vermes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13545439394955435858</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/--YOi6i7c7mQ/TW5rNHaNaAI/AAAAAAAAAG0/59W_z5-0OC4/s220/imagemgui3.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6794313998460696407.post-7974352526946507142</id><published>2009-10-05T23:09:00.001-07:00</published><updated>2009-12-21T18:20:29.363-08:00</updated><title type='text'>Meninos, Homens e Anjos. (carta para um amigo)</title><content type='html'>Então eu os convido para celebrar a chama infinita de nossos instantes. Aproveitem! Este tempo não será de novo. E nem eu serei de novo, portanto, não procurem por mim para não perderem-se em olhos vazios. Que deixem na porta de entrada os interesses e que não tentem fazer envergonhar o outro. Não serão de antemão bem-vindos, posto que é encontro. Então que se façam apenas vindos, para que possamos nos conhecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta noite vamos atrás da capa da poesia. Quem tenta a poesia, deve estar no intento de encontrar alguma luz nestes encontros cada vez mais sombrios. Tentando, poeta louco. Como quem já não quis, fomos. E a praxe atirou palavras vazias ao ar. Um missil teleguiado, em direção ao delírio de destino, mas o trajeto morreu no tempo. Ah meu amigo. O que você fez? Elas são de se esperar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora é você que procurou por ela e claro, ela está a tua espera. É claro rapaz! preste atenção! Porque te comparar por baixo! como não seria assim? A miséria dos meninos e menininhas não pede perdão à noite. Sei bem que seus dezesseis anos tanto fazem, mas ela beijou aquele, como tanto fez. Ela o provocou com lábios de outro homem, e tu o beijaste, sentiste o gosto da saliva dele, e ainda sentiste o gosto do desespero de uma criança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que a foice justa rasgue as gargantas dos desesperados, dos medianos, dos falsos, dos servos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Salve Jorge!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É só a ele que devo fidelidade,&lt;br /&gt;meu amigo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6794313998460696407-7974352526946507142?l=gvermes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gvermes.blogspot.com/feeds/7974352526946507142/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gvermes.blogspot.com/2009/10/meninos-homens-e-anjos.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6794313998460696407/posts/default/7974352526946507142'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6794313998460696407/posts/default/7974352526946507142'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gvermes.blogspot.com/2009/10/meninos-homens-e-anjos.html' title='Meninos, Homens e Anjos. (carta para um amigo)'/><author><name>G Vermes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13545439394955435858</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/--YOi6i7c7mQ/TW5rNHaNaAI/AAAAAAAAAG0/59W_z5-0OC4/s220/imagemgui3.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6794313998460696407.post-7976372159793283862</id><published>2009-09-21T23:00:00.000-07:00</published><updated>2009-12-24T09:14:33.987-08:00</updated><title type='text'>Um lamento de intimidade</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_fPC9ilcK2lM/SrhoYbWvkHI/AAAAAAAAABk/XgTABIZC3qc/s1600-h/lamentation210x170_08.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 325px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5384168123390726258" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_fPC9ilcK2lM/SrhoYbWvkHI/AAAAAAAAABk/XgTABIZC3qc/s400/lamentation210x170_08.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Se há lugar, há o outro. por mim eu estaria contornando estrelas a esta hora. Soprando dilúvios e vendo corpos afogando. Quem precisa de face? Mas não, mais uma vez me vêm o amor. Mas o que tu ama nos outros? - pergunta o Nietzche. Espera, espera, espera, espera. É o amor passando. Mas nossas esperanças amam em fragmento. &lt;div&gt;&lt;br /&gt;E lá vêm a turma dos pretensos iluminados! E vão me dizer que amor é desapego, é livre. É vegetariano? Tua fala não escapa de uma captura libidinal para teu sentido. Ah garoto, quero ver na presa de uma leoa barganhar tua crença. Agora pare com tanta sedução e olhe nos olhos do bezerro desgarrado. São negros ingênuos iguais aos teus, agora os arranque com os dentes. Obrigado irmãozinho. Sim eu te perdoo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Perdão é devolver ao outro o que é dele. Circunscritos no tempo e no espaço, embora não extraídos dele, assim são os outros. Então criança esperta, não venha dizer que somos a mesma bola de carne na grande salada da terra. A noite sabe bem os tropeços sobre as sombras da intimidade, e que ela nos perdoe o desencontro do espírito em corpos entrelaçados sobre seu nome.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;E agora Mirdad? Eu amei uma mulher. Sim, eu escolhi a folha; aquela única e linda folha. É claro que eu amo a árvore, a raiz e o solo. Então porque eu escolhi a folha? Eu sacrifico em prol da inteligência mas é preciso inteligência em prol do sacrificio. Escolhi porque eu quis. Sei bem que aquela linda folinha que escolhi, faz tremer toda raiz. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;E que me torçam o nariz os fetichistas a tentar roubar o meu olhar. Que procurem seus olhos perdidos na cova do corvo e que enxerguem em cada folha a beleza do todo. Mas mesmo as folhas não se enxergam. Estas folhas desconfiam entre si, e do tronco, e do solo, e da fruta. Não conseguem ver a intimidade de ligação. Teimam que são árvores inteiras. E assim sois.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Mas confiar no outro é a afirmação de si mesmo. A abstração de amor de longe me parece o amor mais lindo em sintonia do imperecível. Mas pra viver intimidade nos homens, há de esperar. A intimidade e o prazer desconfortam tanto o outro, que o prazer confunde-se com a dor de perder-se inteiro. E aí vendem e compram suas relações os homens, inventando o descartável para salvaguarda do medo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Ah como eu queria poder viver intensamente a intimidade universal. Mas não é desta feita a cultura. E nem de seus pensamentos incestuosos e nem das casas de swing poderá ser retratada a intimidade em sua forma glória. Portanto eu escolhi assim. Formatei esta folha para mim. E que de meu sopro-fogo eu possa vê-la verdejar de vida e nela poder oxigenar minha alma, em seu retorno. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6794313998460696407-7976372159793283862?l=gvermes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gvermes.blogspot.com/feeds/7976372159793283862/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gvermes.blogspot.com/2009/09/um-lamento-de-intimidade_21.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6794313998460696407/posts/default/7976372159793283862'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6794313998460696407/posts/default/7976372159793283862'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gvermes.blogspot.com/2009/09/um-lamento-de-intimidade_21.html' title='Um lamento de intimidade'/><author><name>G Vermes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13545439394955435858</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/--YOi6i7c7mQ/TW5rNHaNaAI/AAAAAAAAAG0/59W_z5-0OC4/s220/imagemgui3.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_fPC9ilcK2lM/SrhoYbWvkHI/AAAAAAAAABk/XgTABIZC3qc/s72-c/lamentation210x170_08.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6794313998460696407.post-2249416091443714748</id><published>2009-09-09T19:44:00.001-07:00</published><updated>2011-08-19T20:24:47.085-07:00</updated><title type='text'>Diabo, o cozinheiro.</title><content type='html'>Quer escutar uma boa história?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Disse o verme, enquanto mastigava pedaços de peles e fezes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A história é sobre a visita à cozinha do diabo, a mais recente história da humanidade. Venha comigo, eu te ingresso à corda da época. Você se lembra do primeiro assassinato? Pela tribo da serpente a lança do ciúmes pela primeira vez matava com intenção. Não foi uma morte comum, exceto, é claro, para nós os vermes. Que o devoramos como todos os outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas aqueles macacos nunca mais foram os mesmos. Suas faces desamparadas, de olhar ao vazio, sem saber o que fazer ou o que fizeram, era o reflexo do que seria o nascimento da humanidade. Estes sentimentos impuros de nada tinham a ver com a linha direta da conexão. É claro que eles seriam expulsos. E assim foram batizados: estes mutantes cuspidos, agoram carregavam o fardo do vazio. Seu gosto era delicioso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós, os vermes, continuamos a preenchê-los mastigando suas carcaças. Mas eram mesmo estranhos estes novos macacos, e mesmo em nosso esforço de devorá-los de volta à união, eles temiam e orgulhavam-se em serem divididos. Mas até então, estes agora homens eram covardes demais para assumir seu orgulho. Fisicamente eram um dos menos providos da criação, seus corpos e espíritos fracos, morriam com o bater de um vento contrário. Eles nunca entenderam o vento, e sempre o tomaram como contrário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eram mesmo deliciosamente despreziveis estes homens. Todas as criaturas empinavam o nariz para com eles. Os animais mais nobres renegavam suas carnes, os mais gentis, os carregavam por pena. Desesperados, agarraram-se à uníca lembrança que tinham de sentido. Mas estes homens pouco lembravam da união e por isto como tentativa desesperada de aplacar sua angústia dividiram o mundo em busca do intento de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queriam voltar ao útero de si mesmos. Inventaram histórias e ícones para suas crias. E assim também, criaram os preconceitos, separando em definitivo a razão do verbo. Seu ópio era a esperança. Assumiram-se como criaturas impotentes de um projeto maior, onde deviam açoitar-se à vida, a fim de receber uma esperada redenção fatal. Seus bitolados olhos eram incapazes de perceber que nós, os vermes, sempre lhes demos esta redenção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas foi aí que dividiu-se também Lúcifer. O diabo, como foi chamado, sentia grande compaixão para com os homens, e não suportou vê-los tão afastados da linha tênue da potência. Viu no desamparo e medo dos homens, a oportunidade de lhes trazer à luz. Alguns disseram que o diabo havia enlouquecido, outros viam em sua loucura, a lógica misericordiosa do sacrificio. O fato é que o diabo tornou-se o patrono do abismo e com convicção rasgou-se da conexão, para abraçar a humanidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E foram muitos os esforços do diabo em amparar o homem. O satanás é patrono da cidade. E ensinou ao homem o batismo da etiqueta. Impulsionou o homem a ser jogado nas profundezas de seu abismo, a ousar e a apoderar-se de suas trevas. Era o caminho de luz traçado. Mas o homem, medroso e desconfiado, renegou o abraço de Lúcifer e autuou seu caminho com mais preconceitos. Vendiam suas ordens morais a quem ousasse, e ao diabo coube o papél de cozinheiro. No abismo permaneceu alimentando os desejos do homem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A humanidade voltou-se para a manutenção desta postura e da acomodação dos seus corpos na terra. Pensavam que a disseminação de sua prole virótica lhes daria, à força, o direito de pertencer. Mas a própria busca pela sua inventada pureza não era nada pois fragmento. Seres delirantes como são, precisavam reconhecer-se como coisa. E pensavam que, enquanto estivessem devorando, o vazio existencial de seus corpos lhes pareceria silenciado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas sua fome desregulou-se. Nós entendemos de fome, aquilo nunca foi fome. Uma deglutição nervosa que voltou-se para o externo de si. A ordem era de progresso, tentavam aplacar o ronco abismal pela conquista. Mas o que eles silenciaram, no entanto, foi o crescimento deste vazio afastando ainda mais a real conquista de seu protagonismo pertencente. Engoliram tanto veneno como forma de anestésico, que acabaram não percebendo a corrosão. Nós entendemos de corrosão e estes humanos estavam perdendo o seu gosto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E olha a humanidade; masturbando-se às expectativas. Desperdiçando o amanhecer a cada sorriso condescendente. A cada palavra de cura colhendo um pouco de morte. Uma face incestuosa a cada gesto de condolência. Quão complexo se tornaram os homens, e quão alienados. Inventaram tronos de exílio e palácios. O ódio que tinham de toda criação pertencente aumentava à medida que sua existência perdia sentido. E devoravam e devoravam. Desta vez não haveria barganha quanto a destruição. E o vazio aumentava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Diabo continuou a fazer seu caminho; encorajando o homem na experimentação de seus desejos maís intimos e ao embate com sua sombra. E continuou a ser renegado; os homens lhe fechavam os olhos e torciam o nariz à sua presença. No entanto, deliciavam-se em segredo com suas manhas. Você sabe, o diabo, elegante como é, não cobraria devoção nem mesmo reconhecimento dos homens por isto e, pacientemente, torceu pelo sucesso deles esperando o dia que eles se sentissem à vontade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu te disse antes que a criação da humanidade veio pela sua expulsão da linha do pertencimento, não disse? Mas é claro, à boca do verme, estes homens são pouco diferentes de macacos. Mas alguns destes homens, realmente foram diferentes de qualquer outra espécie. E é destes, que eu relataria o nascimento do ser homem. Vieram de épocas diferentes. Eram homens como os homens, mas alguma coisa ressoava no seu sacrificio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A humanidade estava tão prenhe de orgulho, que se tornara a espécie mais solitária de toda existência. Não conseguiam dialogar que não fosse pela norma. Mas estes homens queriam saber do que andavam se alimentado na cozinha do diabo e rasgaram a linha tênue de sua época. Desvendaram o demasiado humano em si, o feio e o ruim. E assim tornaram-se homens e afogaram em si um oceano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estes desbravadores do imperecível estavam fartos com a humanidade. E furiosamente irritados, abriram as portas da cozinha. Disseram com todas as palavras que embaixo estava a fonte, e que deixassem aos escuros dizerem inferno. Este convite reverberou ao longo do tempo, foi silenciado e assassinado por muitas vezes mas recentemente, acuados sob a casa dos epelhos, a humanidade enchergou sua contradição. O espelho tornou-se vazio e seu simulacro insustentável. Os homens racharam-se novamente em desamparo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A imagem abismal é algo indescritível. Lá no topo os homens ficaram maravilhados com sua vista e temerários com sua queda. Desesperados de ter tido sua existência servil apenas de alimento para nós, os vermes, os homens jogaram-se no abismo. Mas estes jogaram-se por medo, diferente daqueles que antes o fizeram por coragem. Nós passeamos pelo abismo. O abismo engole os homens covardes na escuridão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este é o atual estado da humanidade. A vagina fria de suas mães esfregada às faces. Os demônios, anjos, deuses e mesmo o diabo, por eles criados estão perdidos. Entregues às sombras do palácio do exílio a vergonha e o medo são pervertidos em gozo negro. Apavorados, muitos procuram reforçar a obediência, enquanto outros enrolam-se na lama mais profunda do lodo abismal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Pausa o verme e ri.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quer saber uma utopia? Agora estes homens carregam o odor constante da morte em seus coitos e nós nos tornamos o mais próximo retrato de sua procura a Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- E arrastando-se sinuosamente foi o verme; procurar um coração a esbulhar de sobremesa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6794313998460696407-2249416091443714748?l=gvermes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gvermes.blogspot.com/feeds/2249416091443714748/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gvermes.blogspot.com/2009/09/diabo-o-cozinheiro.html#comment-form' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6794313998460696407/posts/default/2249416091443714748'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6794313998460696407/posts/default/2249416091443714748'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gvermes.blogspot.com/2009/09/diabo-o-cozinheiro.html' title='Diabo, o cozinheiro.'/><author><name>G Vermes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13545439394955435858</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/--YOi6i7c7mQ/TW5rNHaNaAI/AAAAAAAAAG0/59W_z5-0OC4/s220/imagemgui3.JPG'/></author><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6794313998460696407.post-1358414139636377946</id><published>2009-08-21T20:21:00.000-07:00</published><updated>2009-12-21T18:22:02.499-08:00</updated><title type='text'>Entre crianças e cartomantes</title><content type='html'>Falaria eu sobre encontros espontâneos &lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_fPC9ilcK2lM/SplhF7BlGoI/AAAAAAAAAAU/PSQvxIP_hyE/s1600-h/9632f2.bmp"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Entre crianças e cartomantes&lt;br /&gt;Para abrir teus olhos?&lt;br /&gt;Falaria sobre a intimidade à sombra&lt;br /&gt;Da evolução natural&lt;br /&gt;Para abrir teus olhos?&lt;br /&gt;Falaria sobre orgias em união de amor&lt;br /&gt;Para te abrir?&lt;br /&gt;Sobre o que eu falaria para abrir teus olhos?&lt;br /&gt;E o verme passaria por mim... &lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_fPC9ilcK2lM/Spli989aO4I/AAAAAAAAAA0/otggXdGd6qU/s1600-h/verme.bmp"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não diga nada, apenas os devore. &lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_fPC9ilcK2lM/SplkFpJ_jJI/AAAAAAAAABE/KcUAVcV4WpU/s1600-h/9632f2.bmp"&gt;&lt;img style="WIDTH: 200px; HEIGHT: 134px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5375437678353288338" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_fPC9ilcK2lM/SplkFpJ_jJI/AAAAAAAAABE/KcUAVcV4WpU/s200/9632f2.bmp" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_fPC9ilcK2lM/Spli989aO4I/AAAAAAAAAA0/otggXdGd6qU/s1600-h/verme.bmp"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6794313998460696407-1358414139636377946?l=gvermes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gvermes.blogspot.com/feeds/1358414139636377946/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gvermes.blogspot.com/2009/08/entre-criancas-e-cartomantes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6794313998460696407/posts/default/1358414139636377946'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6794313998460696407/posts/default/1358414139636377946'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gvermes.blogspot.com/2009/08/entre-criancas-e-cartomantes.html' title='Entre crianças e cartomantes'/><author><name>G Vermes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13545439394955435858</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/--YOi6i7c7mQ/TW5rNHaNaAI/AAAAAAAAAG0/59W_z5-0OC4/s220/imagemgui3.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_fPC9ilcK2lM/SplkFpJ_jJI/AAAAAAAAABE/KcUAVcV4WpU/s72-c/9632f2.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6794313998460696407.post-5422715709302680748</id><published>2009-08-17T14:35:00.000-07:00</published><updated>2009-12-21T18:23:14.563-08:00</updated><title type='text'>O rato e o justo.</title><content type='html'>Estou farto destes meninos e menininhas da noite. Eu estive lá. Entre-fui ratos e víboras peçonhentas. Entre-sou rato. Mas entre-sou Serpente. Os vermes em minha mente ardem corroendo saídas. E há de se convocar à guerra. Destas almas incertas estamos fartos. Destas menininhas de pênis, em alvo de gozo à própria face. Estes meninos de vaidade sem origem. De desejo vazio. Orfãos de poder. Estamos em guerra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tinha de ser assim. Somos de tribos diferentes. No teu olhar encontro súplicio e medo. No meu olhar, tu encontra o vazio. Não há como tu reconhecer o que há em mim. Mas teu desamparo é típico do orfão. E se te digo que somos de tribos diferentes, é só porque andas em bando, em tentativa desesperada de calar a tua expulsão. Mas eu te pergunto, um bando de exilados que andam juntos, formam uma tribo? Tu estás mesmo sozinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas os meninos e as meninas enganam-se o tempo todo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O perverso e o justo se misturam no jogo do louco. O justo rato veste toca, mas não está na tua. O navio do tempo se move a cada quadro. O farol a cada piscar te faz referência. Repara que o caminho da luz do Sol, n'água, procura por ti. E morrerão os meninos pela foice justa de São Jorge. Estás condenando-te assim. E um sorriso leve desponta em minha face de ver-te de coração tão pesado como pluma. Achas mesmo que terás misericórdia divina? Toma-te coragem e assuma o desafio! E que comece dizendo: por favor.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6794313998460696407-5422715709302680748?l=gvermes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gvermes.blogspot.com/feeds/5422715709302680748/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gvermes.blogspot.com/2009/08/o-rato-e-o-justo.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6794313998460696407/posts/default/5422715709302680748'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6794313998460696407/posts/default/5422715709302680748'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gvermes.blogspot.com/2009/08/o-rato-e-o-justo.html' title='O rato e o justo.'/><author><name>G Vermes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13545439394955435858</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/--YOi6i7c7mQ/TW5rNHaNaAI/AAAAAAAAAG0/59W_z5-0OC4/s220/imagemgui3.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry></feed>
